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A taverna pena de prata

O local não difere muito do padrão de uma taverna, pessoas bebendo, iluminação a base de lâmpadas de óleo, mesas de madeira.
Contudo, próximo a lareira está algo digno de nota, um grupo absolutamente heterogêneo, e ainda assim com algo em comum.
É visivel uma mulher de aproximados trinta anos, com longos cabelos negros até o torax, sobretudo negro de couro e botas do mesmo material, um violão ao seu lado e um copo de bebida na mão.
Ao seu lado um tipo de capuz e tunica, fazendo lembrar ligeiramente um usuario de magia, folheando displicentemente um tomo de proporções consideraveis, seu aspecto é jovem, com cabelos de um castanho claro formando uma juba, os óculos em seu rosto parecem insistir em deslizar para frente, ainda que isso não incomode em sua leitura.
Próximo ao rapaz que folheia avidamente o livro, está um homem próximo dos cinquenta invernos, usando capa e capuz que faz com que se pareça mais com um espectro do que com um homem, sendo a unica prova de que de fato está lá o brilho da espada em sua cintura, ele olha o vazio com um olhar nostalgico,  como que lembrando um passado de glórias antigas, que mesmo aqueles que o conhecem não sabem se estas pertencem a ele.
E mais ao fundo às sombras, um jovem de aproximados 25 anos, de porte atlético com ombros largos, estatura pouco acima da mediana, cabelos longos e crespos de cor castanhos, camisa branca de mangas largas, um colete de couro por cima, uma calça listrada em tons de marrom e dourado, com botas que quase chegam aos joelhos, uma faixa na testa sob os cabelos e uma harpa quase de seu tamanho, que dedilha entre um copo e outro de bebida.